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Page history last edited by PBworks 4 years, 9 months ago

GRUPO FORMADO POR:
FABIANA, LUISA, PALOMA, SABRINA, VANESSA E VIVIANE
 

 

 

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

 

Desde o momento em que as professoras Deonila e Tania nos explicaram sobre o trabalho, achamos de grande importância aprimorarmos nossos conhecimentos principalmente sobre a gravidez na adolescência.Nós jovens, que seremos  futuras professoras, sempre temos que estar por dentro de tudo, para que no futuro possamos passar a nossos alunos a importância de sermos responsáveis por nossos atos, sabermos  o que  é  certo e errado para não se dar mal na vida.

 

 

Nossas certezas sobre esse assunto:

Tranzam sem preservativos;

Tendo uma gravidez arriscada;

Não fazem acompanhamento pré-natal;

Não comunicam a sua família;

Param de estudar para cuidar dos filhos;

Muitas das meninas fazem aborto;

E outras certezas...

 

 

Nossas dúvidas sobre esse assunto:

Rejeição da família;

Do próprio pai do bebê;

Como ocorre o aborto?

Riscos de parto;

 

 

 

 

 

 

O Jovem
Tanto para moça, como para o rapaz, a gravidez precoce é um acontecimento desestabilizador. Assumir a maternidade e a paternidade implica em condições emocionais, físicas e econômicas, para as quais eles não estão preparados. É angustiante a perspectiva de que suas vidas serão modificadas por completo.

 

 

Apoio e responsabilidade

 

 

A maneira mais saudável para orientar a vida sexual dos adolescentes seria que os pais tivessem liberdade consigo próprios para poder informar e ouvir os filhos, e que desde cedo educassem a criança para responsabilizar-se por suas ações.

 

 

A Sociedade

 

Apesar de a sociedade ter criado tantos meios de informação sobre sexo, é elevado o número de adolescentes que engravidam. As maiorias dos pais preferem educar seus filhos sobre a sexualidade como foram educados, com repressão e silêncio. Acreditam que se falarem abertamente sobre o assunto, pode despertar o adolescente precocemente para a vida sexual.  “Crise significa um período temporário de desorganização, precipitado por mudanças internas ou externas. Pode-se afirmar que tanto a adolescência quanto a gravidez são uma crise. A primeira necessária e imprescindível para o crescimento do indivíduo enquanto ser humano; já a segunda, é uma opção, pode-se escolher o momento de viver a gravidez.”  

Atualmente, a gravidez na adolescência não é mais sinônimo de tragédia, mas de muitos problemas. As famílias e os adolescentes convivem neste momento com os “fantasmas” do aborto e do casamento, carregados de todos os valores sociais que os cercam. Implicações financeiras e morais, desejos frustrados com relação aos filhos, novas responsabilidades… Tudo ao mesmo tempo! 

A adolescência caracteriza-se por grandes questões, como: a busca por uma identidade que possibilite a passagem da fase infantil para a adulta, a explosão de novas sensações corporais, a afirmação da escolha sexual, o ingresso da vida profissional, a problemática da dependência dos pais… Acrescer a estas questões uma grande mudança de identidade, uma transição existencial como é a gravidez, torna a situação bastante complexa.

O envolvimento de pais e amigos é inevitável. A gravidez na adolescência abrange uma rede de relações e preceitos sociais, portanto, é uma crise sistêmica.

 

 

 

Como acontece a gravidez

 

 

Após a 1ª menstruação, (menarca), a adolescente já pode engravidar. Para ocorrer uma gravidez, é preciso ter relações sexuais durante o período fértil, tempo em que o óvulo sai do ovário e vai para a trompa.

Se acontecer a fecundação, encontro do óvulo com o espermatozóide, depois de uma semana o ovo (óvulo + espermatozóide) prende-se na parede do útero para começar o desenvolvimento da gravidez.

É a partir desse momento que a mulher começa a ter os primeiros sinais da gravidez: ausência da menstruação, enjôos, sensibilidade nos seios, mudança de humor e outros. O bebê começa a se desenvolver dentro do útero da mãe.

 

 

 

 

 

 

                          CAMISINHA -  CONHEÇA , PROTEJA-SE, USE-A.

 O uso do preservativo (camisinha) durante arelação sexual é a melhor e mais segura forma de impedir o contato como sangue, esperma e secreção vaginal.Por isso, é a maneira mais fácil e eficiente de prevenção contra a AIDS  e outras doenças sexualmente transmissíveis - DST, além de  prevenir a gravidez. Use sempre a camisinha, desde o começo de todas as relações sexuais.

Na hora da compra e do usoverifique sempre a data de validade da camisinha na embalagem e para guardá-la prefira locais frios e secos. Deixar a camisinha por muito tempo na carteira ou no porta-luvas do carro pode estragá-la. Além disso, veja que outros cuidados tomar para você não entrar numa fria:

·    Certifique-se de que o produto contenha a identificação completa do fabricante ou do importador;

·    Observe se as informações sobre o número do lote e a data de validade estão claras;

·    É muito importante verificar se a embalagem do preservativo traz  o símbolo de certificação do INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, cuja finalidade é comprovar a qualidade do produto.    Exija a nota fiscal sempre. Em caso de problemas, a nota ou o cupom do ponto de venda asseguram o direito de poder reclamar;

·    Se o preservativo lhe foi entregue gratuitamente no serviço de saúde ou em campanhas, procure saber e guardar o nome da instituição responsável pela doação. O cuidado é necessário para que se saiba a procedência do material, quais são as garantias oferecidas e, em caso de dúvidas, pedir esclarecimentos. 

·    Tome cuidado com as ofertas de camisinha, vendidas por um preço muito baixo ou sem nota fiscal. Estes produtos podem ser falsificados;

·    Por ser confeccionado em látex de borracha, o calor e a umidade deformam o preservativo, tornando-o impróprio para uso. Por isso, é melhor não comprar em camelôs ambulantes, ou outros locais onde o produto fique exposto a condições desfavoráveis de tempo, como chuva ou sol.

·    Leia atentamente as instruções contidas na bula, geralmente impressas na própria embalagem, ou em outro material informativo.

·    Evite, igualmente, o uso de preservativos sobrepostos, pois também podem se romper com o atrito ou até mesmo se soltar/enrolar.

 

Como usar a camisinha masculina

Abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha.

Coloque a camisinha somente quando
o pênis estiver ereto.

 

Desenrole a camisinha
até a base do pênis, mas antes aperte a ponta para
retirar o ar.

Só use lubrificantes à base de água, evite vaselina e outros lubrificantes
à base de óleo.

Após a ejaculação, retire a camisinha com o pênis ainda duro, fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha.

 

Dê um nó no meio da camisinha e
jogue-a no lixo. Nunca use a camisinha mais
de uma vez. Usar a camisinha duas vezes não previne contra doenças e gravidez.

 

 

Métodos de Aborto

 

O que acontece muitas vezes  com mães jovens que não assumem seus filhos.

 

 

Esquartejamento

Esse tipo de morte é a mais fria. Consiste em esquartejar o feto ainda dentro do ventre da mãe. Como qualquer ser humano, ele sente dor e medo. Um feto de apenas um mês ao ser perseguido por algum objeto introduzido dentro do útero tenta desesperadamente fugir, mas não tem escapatória. Seus movimentos e a aceleração de seu pulso são sinais não só de que está vivo como também de seu instinto de sobrevivência.

Retirada do líquido a amniótico

Esta é uma das mais lentas e dolorosas maneiras de morrer: o abortista retira o líquido amniótico de dentro do útero e coloca uma substância contendo sal. Em algum tempo, a criança morrerá, será retirada de sua mãe e, finalmente, jogada no lixo.

 

 

Sucção

A foto mostra partes de um feto. Nesse tipo de aborto, o médico suga o bebê e tudo que o envolve, despedaçando-o. Uma outra maneira de deixá-lo nesse estado é dando à mãe um remédio, muitas vezes vendido em farmácias, que fará o útero expelir tudo o que estiver em seu interior. 

 

Sufocamento

Esse método de aborto é chamado de "parto parcial". Nesse caso, puxa-se o bebê para fora, deixando apenas a cabeça dentro, já que ela é grande demais. Daí, introduz-se um tubo em sua nuca, que sugará a massa cerebral, levando-a à morte. Só então o bebê consegue ser totalmente retirado.

 

Um Caso Especial

O caso da foto ao lado ocorreu em 1983 nos EUA. Este bebê, pesando 3 quilos, ia ser incinerado junto com cães e gatos. Segundo a legislação americana atual, um feto pode ser morto em qualquer momento, até o nono mês de gestação, por quaisquer motivos. Matar a criança após o nascimento é considerado infanticídio. Mas, se esta classificação se aplica na verdade a todo óvulo fecundado, o que dizer do assassinato de  uma criança de 9, 8 ou até mesmo 7 meses, que pode sobreviver fora do útero materno?
A face desta criança mostra uma morte muito dolorosa. E o mais impressionante: ela está com a pulseira do hospital e o corte em seu tórax lembra uma autópsia, talvez sem sentido pois deve ter sido realizada pela mesma pessoa que provocou sua morte.

 

 

É importante que a família apóie, analise a situação e pense junto o que fazer diante da gravidez precoce. Que sejam estabelecidos os limites e responsabilidades de cada um, para possibilitar uma situação com menos conflitos e mais aprendizado.

Na gravidez, a mulher tem a oportunidade de repensar a própria infância e estriar um novo papel existencial. Para uma adolescente em processo torna-se confuso, pois ela ainda transita na infância e não tem uma identidade elaborada. A dependência da relação com a mãe ainda é muito forte, não permitindo que ela mesma encarne essa função com tranqüilidade e discernimento.

 

 

 

ESPECIES DE ABORTOS

 

 

      Os seguintes termos são usados para classificar as diversas espécies de aborto. Quanto à forma, pode classificar-se como:

  • Aborto espontâneo, também chamado involuntário ou casual: ocasionado por causas naturais, alheias à vontade humana.

  • Aborto provocado, também dito induzido, voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez: aborto efetuado deliberadamente. Inclui as seguintes hipóteses:

    • Aborto sentimental ou "honoris causa": quando a gravidez é conseqüente de estupro.
    • Aborto eugênico, eugenésico ou profiláctico: motivado por anomalias ou deficiências físicas do nascituro.
    • Aborto por motivos econômicos: quando os progenitores não têm condições econômicas para manter a criança.
    • Aborto terapêutico: quando é o único meio para preservar a vida ou a saúde da gestante.
  • Aborto indireto: quando o aborto é o resultado indireto e secundário, ainda que previsível, mas não desejado, de um procedimento que, em si mesmo, não é abortivo.

  • Aborto retido: quando há inviabilidade do concepto, mas não a sua expulsão dentro de quatro semanas.

      Quanto ao tempo de gestação, pode dizer-se:

  • Aborto subclínico: o abortamento que acontece antes de quatro semanas de gestação;
  • Aborto precoce: entre quatro e doze semanas;
  • Aborto tardio: após doze semanas.

     Pode ser classificado ainda pela sua freqüência no indivíduo, em

  • Aborto ocasional ou
  • Aborto habitual.

Aborto espontâneo:O aborto espontâneo ou desmancho ocorre sem provocação externa e involuntariamente. O feto ou embrião pode já ser inviável ou morrer depois do aborto. Geralmente, embriões ou fetos com má-formações deixam de ter funções vitais antes do fim da gravidez e resultam num abortamento. Como na maioria das sociedades a procriação é classificada como um acto muito positivo a perda de um possível filho pode trazer problemas psicológicos para todos os envolvidos.

Causas

  • Anormalidades cromossômicas

As anomalias cromossômicas são as causas mais comuns de abortamento no primeiro trimestre da gestação, geralmente com a morte do ovo antecedendo a sua expulsão. Respondem por cerca de 50% dos abortamentos espontâneos, subclínicos ou clinicamente reconhecidos. As trissomias são observadas em aproximadamente 70% das oportunidades, as monossomias do par sexual em 15 a 25% e as poliploidias em cerca de 5% dos abortamentos motivados por cromossomopatias. As anormalidades autossômicas estruturais, como as deleções, os reagrupamentos, as inversões e as translocações, também evoluem, no mais das vezes, para o abortamento.

  • Etiologia mendeliana, poligênica e multifatorial

Em 30 a 50% das perdas fetais no primeiro trimestre não são demonstradas anormalidades genéticas. A maior parte destes abortamentos estão relacionados à alterações estruturais secundárias às anormalidades poligênicas. As anormalidades estruturais mais freqüentes são as translocações (5% dos abortamentos habituais), inversões, deleções e duplicações.

  • Infecções

Diversas infecções são aceitas atualmente como etiologia do abortamento. Os microorganismos e situações clínicas freqüentemente relacionados ao abortamento espontâneo são: rubéola, varíola, malária, Salmonella typhi, Citomegalovirus, Brucella, Toxoplasma, Mycoplasma hominis, Chlamydia trachomatis e Ureaplasma urealyticum. A infecção transplacentária sem dúvida pode ocorrer com qualquer destes microorganismos e perdas fetais esporádicas podem ser causadas pelos mesmos, embora a comprovação histopatológica seja rara e o tratamento com antibióticos nem sempre seja efetivo.

  • Alterações anatômicas

Nesse grupo, os maiores responsáveis por interrupção precoce da gravidez são a incornpetência istmocervical, os miomas, as malformações uterinas e as sinéquias uterinas (síndrome de Asherman).

  • Doenças endócrinas
  • Insuficiência lútea
  • Tireoidopatias
  • Diabetes
  • Mecanismos imunológicos
  • Drogas, agentes químicos e outros agentes ambientais

Aborto provocado ou interrupção voluntária da gravidez

O aborto provocado, também denominado interrupção voluntária da gravidez, ocorre pela ingestão de medicamentos ou por métodos mecânicos. A ética deste tipo de abortamento é fortemente contestada em muitos países do mundo. Os dois polos desta discussão passam por definir quando o feto ou embrião se torna humano ou vivo (se na concepção, no nascimento ou em um ponto intermediário) e na primazia do direito da mulher grávida sobre o direito do feto ou embrião.

 

 

Efeitos do aborto

 

 

Existe controvérsia na comunidade médica e científica sobre os efeitos do aborto. As interrupções de gravidez feitas por médicos competentes são normalmente seguras .

Os métodos não médicos (p.ex. uso de certas drogas, ervas, ou a inserção de objectos não-cirúrgicos no útero) são potencialmente perigosos, conduzindo a um elevado risco de infecção permanente ou mesmo à morte, quando comparado com os abortos feitos por pessoal médico qualificado

Existem, com variado grau de probabilidade, efeitos associados à prática abortiva, nomeadamente a hipótese de ligação ao câncer de mama, a dor fetal e o síndroma pós-abortivo.

 

 

 

 

 CONCLUSÃO

 

A partir do momento em que as professoras Deonila e Tânia nos colocaram  sobre o trabalho,  a elaboração de Projetos de Aprendizagem, procuramos nos integrar  no assunto,  suas causas, consequências, realidades do dia a dia, onde muitas vezes meninas adolescentes engravidam  por falta de responsabilidade, por falta de conhecimentos sobre o tema escolhido.

Tivemos muita dificuldade durante o desenvolvimento do trabalho, pois nos postos de saúde se negaram a nos fornecer dados, não conseguimos conversar com nenhuma autoridade no assunto e não descobrimos por qual motivo. Porém, através de pesquisas na Internet, conversas com nossos professores, buscas em livros e revistas, pudemos esclarecer nossas certezas e dúvidas. Gostaríamos de dizer as professoras Tânia e Deonila que foi muito bom trabalhar dessa forma, dentro dessa proposta. Esperamos ter muitos outros trabalhos nessa metodologia, pois eles abrem muitas janelas para nós.

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